Segunda-feira, tarde de lobisomem – ou pelo menos prometia, era cada hombre peludo que só dava vontade de ganir. Combinámos encontrar-nos no sítio do costume, fechámos os olhos ao cheese cake e alapámo-nos mesmo em frente à casa do chocolate. Libelinha (por empréstimo), uma vez mais atrasou-se e tentou subornar-nos para mudarmos de poiso, mas aquele belo odor a “chicolate” enfeitiçou-nos e lá continuámos nós, numa longa espera pela insecta, que finalmente chegou.
Fizemos o que sabemos fazer melhor – bilhardar e comer, até que a rabininha começou a stressar porque tinha q ir entregar o carro. Eis que surge uma oportunidade de ouro, ou antes de couro, finalmente ia andar de carro com a rabininha, vinha aí tempestade, só não sabia que era da grossa. Partimos em direcção ao Cadillac da melher, com o comando em punho, só para mandar estilo. Atos, Portos e Aramis com as suas penas ao vento, dirigiram-se ao carro sem grandes certezas, de que aquele era o dito cujo (as mulheres não nasceram para decorar matriculas). Rabininha determinada, apontou o comando em direcção à máquina, pelo porta-bagagem, pelo lado do condutor, pelo lado oposto ao condutor, em cima do espelho retrovisor, aquilo foi a dança da roda, que se repetiu por 3 vezes porque as outras mosque tonas, obviamente tinham que colocar a sua impressão digital e uns restos de verniz, no fatídico comando. E o carro sem nunca dar sinal de vida!! Que triste sina a nossa, ao frio, à chuva e ao relento, abandonadas à nossa sorte que, digamos, não anda de boas graças.
Plano B - Ligar ao Ambrósio para trazer a limusina e finalmente nos levar a bom porto. Acabaram por aparecer, não um mas, dois Ambrósios, e felizmente os nossos receios não se confirmaram – nenhum deles conseguiu abrir o carro com o dito comando. E, tivemos que fazer como os ladrões, accionar o alarme mas sem ligar os dois fios, porque afinal a chave ainda estava operacional. A questão agora era, conseguir sair do carro, mas felizmente o carro não fez birra e eu lá me consegui libertar e correr até ao metro que já aguardava a minha chegada.
Minha gente, nada como andar de troll (trolley bus), esses quando avariam não fazemos figuras tristes, e se as fizermos há outros milhares nas mesmas condições.


4 comentários:
Isso era carro ou era burro? É que quando eles teimam em não sair do sitio, nada a fazer. Melhor ir de bus do que apanhar alta chuvada.
Ola minha lambisgoia, para a próxima vais a pé ahahhahah, por acaso akilo é que foi uma alhada, mas menos mal, lá conseguimos arrancar. Enquanto n tiveste um acidente cmg tás c sorte... nunca deves ter gostado tnt do metro como nesse dia ahhah. Beijoca
Já agora qual dessas belas mosconteiras sou eu?
Adivinha!!! És a do meio. loooooooooolllllllllllllll
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